🌩️ Fenômenos de Plasma e o Engano dos Asteroides ☄️
Os fenômenos de plasma são praticamente impossíveis de serem previstos. A própria NASA já declarou que, caso haja uma descarga, só conseguiria avisar com 15 dias de antecedência — o que, na prática, é inviável, pois seria necessário um radar capaz de identificar a frequência, radiação e possível desequilíbrio elétrico. Atualmente, não existem equipamentos com essa capacidade.
Sobre os asteroides, dizer que eles “explodirão” ao atingir a Terra é uma inverdade. Isso porque, ao passarem pelo cinturão de Van Allen, seriam desintegrados antes de alcançar o solo. A temperatura nesta região varia entre 15 e 20 mil Kelvins, o suficiente para derreter qualquer rocha espacial, que chegaria aqui apenas como poeira fina.
E se alguém argumentar: “Mas e se o campo magnético da Terra colapsar?”, a resposta ainda é simples. Nesse cenário, a probabilidade de um asteroide atingir a Terra é quase nula, justamente porque o campo magnético é o que atrai esses corpos. Sem esse campo, nada no espaço se moveria em direção à Terra, pois a Terra, como um eletrodo vivo, movimenta o sistema. Se esse sistema parar, tudo para. O universo entraria em suspensão eletromagnética.
Em uma possibilidade remotíssima de um asteroide conseguir se aproximar da Terra e carregar consigo alguns prótons e elétrons, ele explodiria ainda no ar. E mesmo que impactasse o solo, não haveria uma “explosão global”: o impacto seria localizado. Se fosse do tamanho de Nova York, por exemplo, causaria tremores e destruição regional, mas jamais acabaria com toda Terra.
💣 A Verdade por Trás das “Explosões” 💥
Esses argumentos são usados como cortinas de fumaça para ocultar a real causa de possíveis explosões atmosféricas: descargas elétricas ⚡️ massivas que ocorrem naturalmente. Uma única gota d'água carregada de prótons pode explodir com força equivalente a 30 ou 40 bombas de hidrogênio. A própria orientação nuclear é, na verdade, uma forma de descarga elétrica dentro do núcleo atômico.
O que as Escrituras chamam
de “saraiva de fogo”, como ocorreu em Sodoma e Gomorra ou nas pragas do Egito, pode ser interpretado como descidas de prótons e elétrons provenientes do campo magnético da Terra.
⚡ Instabilidade do Campo e Fenômenos Atmosféricos
Quando há um grande diferencial de potencial no campo elétrico da Terra, ele pode ionizar certas áreas, principalmente onde há acúmulo de gás — e é aí que os fenômenos de plasma aparecem. Com a inversão magnética e o crescente desequilíbrio elétrico global, esses eventos se tornam cada vez mais frequentes: Blue Jets, Red Sprites, Elfos, entre outros, são resultados diretos de cargas que escapam do confinamento magnético e se manifestam na atmosfera.
Esses fenômenos não têm relação direta com a polaridade dos relâmpagos que os originam. Isso indica que a fonte é eletromagnética e não apenas atmosférica.
🔥 A Ciência Tradicional do Plasma Omite a Fonte do Calor
A ciência convencional diz que o plasma surge do aquecimento de gases. Mas... de onde vem esse calor? No modelo heliocêntrico, falam em gases, poeira e gravidade. Porém, no espaço, os fenômenos surgem por diferenciais de potencial elétrico, e não por calor espontâneo. O campo elétrico da Terra não aquece por si só. Para haver calor, precisa haver uma fonte: ou energia elétrica ou impacto de partículas carregadas.
Um próton com 200 milhões de elétron-volts no campo magnético da Terra alcança temperaturas entre 10 e 15 mil Kelvins. Se uma partícula dessas atingir a atmosfera, ela explode e libera radiação. Isso explica, inclusive, por que a NASA não consegue sair da órbita baixa da Terra: os níveis de radiação e calor presentes no cinturão magnético tornam a travessia praticamente impossível com a tecnologia atual.
🧬 Convidamos você a se inscrever neste canal, caso deseje expandir seus horizontes e reconsiderar o que se sabe sobre o universo 🌌✨
🔗 Para mais informações e conteúdos incríveis, acesse nosso canal no YouTube:
👉 Projeto Quantum
💬 Entre para a nossa comunidade no Telegram:
👉 @projetoquantum