No segundo semestre de 1944, as forças armadas dos Estados Unidos iniciaram uma massiva ofensiva aérea e naval contra a ilha de Formosa (conhecida hoje em dia internacionalmente como Taiwan). Embora os planejadores militares americanos tenham considerado inicialmente desembarcar tropas e invadir o território, o alto comando optou por contornar a ilha e focar a invasão direta nas Filipinas. Essa estratégia de salto entre ilhas buscava isolar as guarnições inimigas sem o custo humano de uma campanha terrestre prolongada.
Mesmo sem realizar o desembarque de tropas de infantaria, o bombardeio sistemático de Formosa tornou se uma prioridade tática indispensável para a neutralização da presença militar imperial na região. A ilha funcionava como um bastião logístico e uma base aérea crucial para os defensores inimigos, abrigando dezenas de aeródromos, depósitos de munição e refinarias de combustível que podiam interceptar e destruir a frota americana encarregada de libertar o arquipélago das Filipinas.
Para garantir a segurança das operações no Pacífico ocidental, bombardeiros pesados B-29 Superfortress lançados a partir de bases na China (junto com a aviação embarcada dos porta aviões) destruíram sistematicamente as instalações militares e industriais em Formosa. Esse estrangulamento aéreo contínuo paralisou a capacidade de reação do inimigo, impedindo o envio de reforços e garantindo o domínio dos céus durante as batalhas no Pacífico.









