Quero aproveitar esse tema para te dizer uma coisa importante:
muitas mães acham que o sofrimento delas vem só da exaustão, da falta de apoio ou da fase dos filhos.
Claro que tudo isso pesa.
Mas, muitas vezes, o que está doendo também é muito antigo.
A maternidade — e o puerpério de forma muito intensa — acabam nos obrigando a olhar para partes nossas que estavam há anos pedindo cuidado:
a menina que não foi vista,
a filha que aprendeu a se cobrar demais,
a mulher que não confia em si,
a mãe que quer fazer diferente, mas continua reagindo no automático.
É justamente por isso que eu criei a Mentoria Maternar a Criança.
A mentoria é uma jornada profunda de 10 semanas, com encontros ao vivo, aulas gravadas e acompanhamento em grupo, para ajudar mães a desenvolver mais autorregulação emocional, romper padrões herdados e construir uma relação mais segura, leve e consciente com os filhos. Ela também oferece um espaço de troca entre mães, sem julgamento, com escuta e apoio real.
Lá dentro, a gente não fica só falando sobre comportamento infantil.
A gente olha para o que está por trás das explosões, da culpa, da autocobrança, da dificuldade de sustentar limites e da sensação de estar sempre falhando.
A mentoria ajuda a mãe que:
- sabe, em teoria, como gostaria de educar, mas não consegue sustentar isso no estresse;
- se culpa por repetir padrões dos próprios pais;
- sente que perdeu a conexão com ela mesma e com os filhos;
- quer amadurecer emocionalmente, e não apenas aprender mais “dicas” de maternidade.
Ao longo da jornada, trabalhamos justamente esse caminho de autoeducação: reconexão com a criança interior, autorregulação, compreensão do comportamento dos filhos, culpa materna, perfeccionismo, autocuidado, codependência emocional e reparação da relação. Tudo isso faz parte da estrutura da mentoria.
E tem uma coisa que eu acho especialmente importante para quem se identificou com o episódio de hoje:
a mentoria também é rede.
É espaço seguro.
É lugar de vulnerabilização sem julgamento.
É um grupo em que você percebe que não é a única passando por isso — e isso, por si só, já começa a aliviar muita coisa.
As inscrições estão abertas para a última turma deste semestre.
Depois disso, a próxima oportunidade será só em outubro.
Se você sente que esse episódio mexeu com algo aí dentro…
Se percebe que a maternidade tem te convidado a olhar para dores que você já não consegue mais empurrar para debaixo do tapete…
Se quer viver esse processo com mais consciência, mais cuidado e mais apoio…
o primeiro passo é preencher a aplicação:
🔗 https://forms.gle/za74k9JgdsKADnvo6
Se fizer sentido pra você, te espero nessa jornada. ❤️
Maíra