Um dos secretários-gerais do sindicato dos professores Fenprof, José Feliciano Coelho, disse numa conferência de imprensa em Lisboa que ficam por preencher milhares de lugares, dos quais 2.152 correspondem a colocações a tempo inteiro ao longo do ano.
A situação é mais crítica na Grande Lisboa, com 1.426 vagas, seguindo-se Setúbal e Faro.
O cenário pode agravar-se: apenas em setembro vão reformar-se mais de 550 docentes e, ao longo do ano, esse número pode chegar aos quatro mil.
