Numa conferência de imprensa na Madeira, afirmou que vai manter-se no cargo, apesar dos escândalos das últimas semanas.
Neves reconheceu que cometeu «um ou outro erro», mas sustenta que isso não põe em causa o seu trabalho. As acusações relacionadas com o período em que esteve à frente da PJ (Polícia Judiciária) foram rejeitadas.
O líder do Chega, André Ventura, chamou ao ministro «gangster» e admitiu a possibilidade de ser apresentado um voto de desconfiança ao Governo. Neves respondeu que o partido de Ventura pratica «uma política de medo»: «Que continuem a insultar; eu vou continuar a trabalhar».
