O sindicato dos trabalhadores da segurança prisional ASP/CGP informou que, hoje, existem apenas 3.891 guardas para 13.564 reclusos — o valor mais baixo desde o final do século XX.
Em 23 anos, o quadro de pessoal diminuiu em 844 pessoas, enquanto o número de reclusos quase não se alterou: em 2003, 13.635 detidos eram acompanhados por 4.735 guardas.
O plano de pessoal para 2026 prevê mais de 5.000 trabalhadores — ou seja, a efetiva contratação fica aquém do previsto em mais de mil pessoas.