Crédito privado deixa de ser exclusividade de institucionais e chega… — SHARK SIGNALS CRIPTO — TG.ME

💰 Crédito privado deixa de ser exclusividade de institucionais e chega ao investidor pessoa física

Durante décadas, operações estruturadas de crédito privado circularam principalmente entre fundos de investimento, gestoras e family offices. Eram estruturas que envolviam análise de crédito, garantias e contratos detalhados, geralmente acessíveis com valores de entrada que afastavam boa parte das pessoas físicas.

A transformação desse cenário ajuda a explicar o avanço de plataformas como a INCO, GCB Investimentos, Liqi (Itaú), Zuvia . Regulada pelo Banco Central e pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a empresa atua conectando investidores a captações destinadas a projetos da economia real, principalmente no setor imobiliário. A INCO no mercado desde 2018, a plataforma tem mais de 500 mil investidores cadastrados, mais de R$ 1,5 bilhão captados e investimento mínimo de R$ 500, sem taxa para o investidor.

O papel da plataforma, porém, não se resume a disponibilizar operações em ambiente digital. Antes de uma captação chegar ao investidor, há análise de crédito, avaliação da empresa, estruturação de garantias e aprovação em comitê. Segundo a INCO, menos de três em cada 100 operações analisadas são aprovadas.

Esse modelo se consolidou em paralelo à evolução do ambiente regulatório. O investimento coletivo ganhou regras específicas em 2017 e, desde 2022, é disciplinado pela Resolução CVM 88, que estabelece as condições para a atuação das plataformas eletrônicas nesse segmento.

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September 9, 2026 101