A questão do identitarismo, política criada pelo imperialismo norte-americano para dividir e reinar, é uma arma aguda contra o marxismo, seu principal inimigo. Se essa política reacionária não progride entre a verdadeira classe trabalhadora e desaparece quando as mobilizações contra o capital ou seus governos tomam as ruas, ela floresce como erva daninha nas universidades e entre a pequena burguesia, principalmente entre os reformistas. Mas, espantosamente, também tomou lugar entre dirigentes de organizações “revolucionárias”, que negam, contra os fatos, que é uma política imperialista, mas que viram aí “nichos de mercado” para eleger seus candidatos e, por que não, abocanhar uma boa nota do dinheiro do Fundo Partidário ou Eleitoral do Estado burguês doentio que a covarde e subserviente burguesia brasileira mantém, armas na mão.
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