Um terceiro diálogo envolve a negociação de um Fiat Argo. Segundo o delegado, outros investigados queriam conseguir dinheiro emprestado com David para trocar o veículo. O carro teria sido utilizado em uma tentativa de homicídio e estaria "queimado", expressão usada para indicar que o veículo teria ficado comprometido após ser utilizado em um crime.
O delegado afirmou que o conteúdo levantou a hipótese de que David pudesse ter relação com o FINANCIAMENTO do tráfico de drogas no bairro Serra Dourada III (CV), na Serra, no Espírito Santo.
David foi alvo de mandado de busca e apreensão, mas não de prisão.
Em depoimento, o atacante admitiu conhecer pessoas ligadas à investigação, mas negou qualquer envolvimento com tráfico de drogas ou armas. Seu empresário, André Cury, também afirmou que o jogador não tem ligação com o crime organizado.
A investigação corre sob segredo de Justiça. David, até o momento, é investigado e não foi preso.
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