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#colunaMarioMaestri Como o diabo da cruz, o anti-intelectual foge da necessidade do estudo dos fatos materiais, propondo a vacuidade da análise crítica dos temas em discussão. O anti-intelectualismo identitário defende que a ciência produzida pelo homem branco, europeu, cisgênero, devido à sua natureza, é corrompida.

Para o identitarismo, o conhecimento científico constrói-se negando novas categorias comocisgeneridade, lugar de fala, ancestralidade etc., reproduzindo a hegemonia da branquitude, segundo a IA do Google, “construção social, histórica e política que confere privilégios” diversos a “pessoas identificadas como brancas em uma sociedade estruturada pelo racismo”. [COLLING, 13/05/2026.]

O identitarismo propõe que as elaborações brancocêntricas devem ser superadas pelo conhecimento, semi-inato ou inato, das comunidades discriminadas devido à raça, sexo, gênero, etnia, etc. Saber originado nas experiências individuais ou oriundo de ligações múltiplas, com os mesmos grupos discriminados no passado, devido à ancestralidade. [MIGUEL, 08/05/2024.)

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https://contrapoder.net/colunas/raizes-do-irracionalismo-identitario/y
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