Uma mulher de cerca de 30 anos teria usado um programa automatizado (macro) para comprar aproximadamente 2.600 ingressos, revendendo-os posteriormente por preços muito acima do valor original. 💸
Entre eles estavam 9 ingressos para o aguardado show do BTS na Praça Gwanghwamun, realizado em março de 2026. 💜
Segundo a polícia, o programa permitia concluir as compras muito mais rapidamente que usuários comuns e ainda burlar o limite de ingressos por pessoa, utilizando contas cadastradas em nome de familiares e conhecidos.
🚨 A operação foi identificada justamente no início da venda dos ingressos do BTS, em 23 de fevereiro, quando a polícia trabalhava em conjunto com a plataforma de ingressos para monitorar as reservas devido à enorme procura.
A suspeita conseguiu comprar os 9 ingressos, mas a polícia interveio antes que eles fossem revendidos.
💰 O lucro ilegal estimado no caso chegou a cerca de 442 milhões de won (aproximadamente US$ 319 mil).
Em outro caso, um homem foi preso após desenvolver seu próprio programa automatizado e adquirir mais de 1.700 ingressos, revendendo-os por valores entre 3 e 13 vezes o preço original, com lucro estimado em 420 milhões de won.
⚖️ E a Coreia do Sul está endurecendo ainda mais o combate à prática: novas regras permitem multas administrativas de até 50 vezes o valor do ingresso revendido ilegalmente.
🎟️💜 Para quem acompanha o BTS, esse tipo de esquema mostra novamente como a ação de cambistas e bots pode prejudicar diretamente os fãs que tentam comprar ingressos de forma legítima.
Ingressos são para fãs, não para especulação.
https://m.koreaherald.com/article/10853221
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