ARMILLARY - Notícias e Geopolítica: post #41809 — TG.ME

Vamos lá. Estou sumido, mas quero deixar uma observação:

A única pessoa com acesso ao token enviado pelo Missão seria Flávio Bolsonaro e quem tem acesso ao e-mail institucional dele no Senado, certo? Não. Errado.

O token de confirmação foi gerado e enviado pelo próprio Missão. Logo, quem controla o sistema do partido — sysadmins, administradores da ferramenta de filiação, quem opera o banco de dados e quem dispara o e-mail — tem acesso pleno a esse token no momento em que ele é criado e antes mesmo de ser enviado.

O TSE já confirmou: não houve hackeamento do sistema da Justiça Eleitoral. A filiação foi feita por alguém que possuía as credenciais válidas do próprio Missão.

Vamos parar de ser maniqueístas. É perfeitamente possível (e bastante conveniente) que alguém de dentro, usando a senha/credencial do partido e já de posse do token que o próprio Missão gerou e enviou, tenha concluído o registro diretamente no sistema do TSE, sabendo exatamente de quem se tratava, antes mesmo de qualquer confirmação real por parte de Flávio Bolsonaro.

Ou será que o Missão aceita qualquer cadastro? Creio que não.

Aliás, qual o sentido e o ganho político de Flávio Bolsonaro nesse episódio? Nenhum. Pelo contrário: atrapalhou o registro da candidatura dele à Presidência pelo PL, em plena reta final do prazo.

Obviamente essa é uma conjectura possível.
Mas, conhecendo de perto o histórico e o perfil de alguns dos canalhas que orbitam o MBL/Missão, a probabilidade de que a coisa tenha partido de dentro — ou com total conivência de quem controla as credenciais e o token gerado pelo próprio partido — é esmagadora.

O que acho mais engraçado é o Renan ainda se fazendo de vítima, alegando que o Flávio é o culpado.

E tem quem acredite num bando de vermes adolescentes tardios...
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August 14, 2026 3.8K 11 12