A Tailândia vai impor regras mais rígidas para transferências de cripto, inclusive para transações envolvendo carteiras de autocustódia. As empresas que operam com ativos digitais terão que identificar quem está enviando e quem está recebendo os fundos, além de manter registros por anos.
Conclusão: a Tailândia não está proibindo a autocustódia, mas está dificultando que transferências de cripto fiquem fora dessas checagens de conformidade. O rumo é claro: mais acesso a cripto regulamentado, com um acompanhamento mais forte de quem controla as carteiras.
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