📈 "Não tem dinheiro para todo mundo": crédito corporativo aperta com Selic a 14% (InfoMoney)
Alexandre Cruz, CEO da JiveMauá (R$ 27,4 bilhões em AUM), diz que bancos e mercado de capitais pararam de abastecer o crédito corporativo brasileiro.
Em 2025, bancos ampliaram carteiras em 9,2%, mas a Selic a 14% fez a alta ser negativa em reais. No 1º semestre de 2026, o ritmo caiu para 8,1% a 8,2%. Emissões de CRIs e debêntures incentivadas recuaram 12% a 14%.
Até boas empresas podem pedir recuperação judicial, alerta Cruz, que aponta fundos de Special Situations como oportunidade na crise de liquidez.
@SharkSignalsCripto
September 8, 2026 129