Bloomberg: O El Niño, ao liberar calor do Oceano Pacífico na atmosfera, tende a empurrar temperaturas globais a novos recordes. Cientistas esperam que 2027 seja um dos anos mais quentes já registrados, possivelmente superando 2024, que ficou 1,5°C acima da média pré-industrial, segundo a NOAA (agência climática dos EUA).
Os efeitos variam por região: Austrália, sudeste asiático e norte dos EUA/Canadá ficam mais quentes e secos (risco de seca e incêndios); Índia pode ter disrupção nas monções; sul dos EUA, Chile, Argentina e leste da África enfrentam condições mais úmidas e risco de enchentes.
Utilities usam previsões para estimar demanda de aquecimento e resfriamento, enquanto traders de commodities monitoram ameaças a safras, mineração e rotas de navegação.
Embora alguns efeitos sejam pontualmente positivos, as perdas econômicas globais historicamente superam os benefícios: O El Niño de 1997-98 gerou US$ 5,7 trilhões em PIB perdido globalmente, segundo Dartmouth College.
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September 4, 2026 69