As manifestações terão lugar em Lisboa, Porto e Algarve — no último caso, o local concreto ainda está a ser definido pelos organizadores.
A principal contestação prende-se com o funcionamento da AIMA. O organismo cobra taxas pelos serviços, mas, de forma recorrente, atrasa a sua execução: há pessoas que aguardam durante meses e anos. A AIMA perde processos e envia notificações incorretas de expulsão.
Os manifestantes exigem estabilidade jurídica para quem construiu a sua vida em Portugal e procuram apoio de sindicatos e associações.
