Nove responsáveis de turnos do serviço de urgência do hospital pediátrico Dona Estefânia, em Lisboa, recusaram em simultâneo os seus cargos.
A razão é a falta aguda de anestesiologistas, que levou os médicos a afirmar que não conseguem garantir a prestação atempada de cuidados de emergência aos doentes.
A falta de anestesiologistas e a consequente redução do número de cirurgias tinham já sido referidas pelo hospital de Lisboa São José.
No hospital Santa Marta, a equipa de prevenção foi reduzida para um único anestesiologista — reagir a várias situações de emergência em simultâneo tornou-se impossível.
A Ordem dos Médicos solicitou uma reunião urgente no Ministério da Saúde.
